Um viver com Yoga ou às custas dele?



Aprendendo a viver do yoga, se pressupõe então a sua filosofia com um poder intrínseco (a priori, de nascimento, casta, posses, real, raja?) em resolver todos os seus problemas (e dos outros). E essa crença ganha corpo. Este é um yoga IGUAL, ele está pronto - é perene, bradam os sedentários, os haters, àqueles que odeiam e ressentem-se do Outro, o diferente... esquisito esse yoga, né? Acreditam que é só copiar o antigo hoje, adaptar-se, mutilar-se para encaixar o velho no novo. É, ao mesmo tempo, um romantismo e ingenuidade. Mas até aí, tudo bem. Mas não, só reconhecer o Outro, o diferente de mim é pouco. Eles precisam eliminar o esquiZito. Os pequeno-fascistas nascem desse sentimento de aniquilação do plural.