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Yogas Brasileiros Sem Motriz Indiana, e agora?

Atualizado: 30 de jul. de 2022



  1. Yoga como Terapias

O yoga compreendido no Brasil como prática e/ou filosofia espiritual de cura ou complementar a terapêuticas depende bastante dos esforços nas primeiras décadas dos anos de 1960 ao Prof.Hermógenes. Em sua autobiografia é extensa a busca por legitimar o aspecto terapêutico do yoga, que teve início com o pioneiro do yoga no país, o francês Léo Costet. Algo que tanto Hermógenes, mas também Janderson Oliveira Prem Baba o realizou, aliando o yogaterapia hermogeano, a pajelança afro-ameríndia brasileira, como também a religião do Santo Daime, como expomos.


Atualmente, o Método de Yoga Restaurativa da Profa.Miila Derzett envereda por esse campo a partir de suas investidas no CAPS/Florianópolis onde trabalha como psicóloga social, ao lado dos mais científicos protocolos do Instituto Mente e Corpo do norte-americano Herbert Benson, mas também de elementos do engajamento social budista. A Profa. Tainá Antonio e suas técnicas do Yoga Marginal, mesmo com fins mais focados na educação infant-juvenil, não deixa de estabelecer encontros igualmente terapêuticos, de certa formam como ela mesmo afirma. E, obviamente, todo o trabalho de Janderson Oliveira Prem Baba e seu Awaken Love Yoga, como dissertamos, está todo baseado no aspecto de cura do corpo e da alma de seu adepto.


O eixo central dos yogas brasileiros em seus aspectos psicoterapêuticos (Yogaterapia, Awaken Love Yoga, Restaurativa Yoga e o Yoga Marginal) podem (e devem) estar atrelados a elementos novaeristas de cura e salvação. Mas a salvação aqui empregado, não como algo redencionista católico com vistas a uma geografia metafísica apenas ou reduzido a fins orgânicos da biomedicina. O novaerismo que o yoga brasileiro carrega dialoga com a imanência e intenções a resolução de seus problemas sociais (Cf. SIMÕES, 2015, pp.130-160). Mesmo díspares em suas populações de alcance e construções narrativas sobre yoga, visam, em última instância, resolver questões da realidade em que vivem.


As religiosidades brasileiras (nativas ou sincretizadas como o yoga aqui descrito) estreitam laços psicoterapêuticos e de “reencantamento do mundo”; pois desde a pajelança amerindía, passando pelo espiritismo kardecista, as religiões ayahuasqueiras, o próprio catolicismo e, atualmente, os neopentecostais, estabelecem, de seus jeitos, certa “psicologização” em suas narrativas (DUARTE & CARVALHO, 2005). E o yoga, como mais um fenômeno religioso em formação no Brasil, não está sendo diferente.


2. Yoga e a sua mercantilização


Se há algo de novo aos yogas que nasceram e sobreviveram modernamente, seja no Brasil, Índia ou qualquer outra parte do mundo, não reside em suas novas doutrinas, mestres ou massificação de práticas corporais. O que os diferenciam, realmente, como pertencentes ao período histórico moderno do yoga, é a sua transplantação a sociedades regidas pelo modelo capitalista neoliberal (Cf. JAIN, 2014).


Desde o Yoga-Sutras de Patanjali, um sacerdote hinduísta, pertencente a casta dos brâmanes ou, os atravessamentos que fizeram surgir o Hatha-Yoga medievalista, todas estas manifestações yoguicas surgiram num modelo de organização social imperialista ou despótica (SIMÕES, 2020, pp.103-104). Desde 1897, com a visita de Vivekananda no primeiro Parlamento Mundial das Religiões nos Estados Unidos da América, todos esses yogas ditos modernos e tantos outros que surgiram (e muito por causa disso), precisaram aprender a conviver sob a égide de sociedades capitalistas e, com elas, muito mais cosmopolitas, seculares e laicas (Cf. SIMÕES, 2020; JAIN, 2020).


Essa mudança de estrutura social à comunidade yoguica influenciou seu jeito de se viver os yogas sob o dossel religioso hinduísta para uma pluralidade infinita de novas espiritualidades, como as que vimos nos Brasil. Aqui, quem soube fazer essa leitura com mais precisão (do yoga sendo inserido num novo modelo de sociedade: capitalista e de consumo, portanto), foi Luiz Derose, muito antes dos modelos californianos e indianos chegarem entre os brasileiros só por volta dos anos de 2000.


Em 1964, como apresentamos, Luiz Derose abre sua primeira filial de escolas que se espalham nas décadas seguintes em todo o Brasil e, atualmente com ramificações na Europa e América do Sul. Fatos estes, que podem estar trás das disputas de legitimadade narrativa que reinou (ainda hoje) entre Hermógenes e Luiz Derose (Cf. SANCHEZ, 2004). Mesmo criticado sob este aspecto mercantil do yoga deroseano, quase todos os yogi(ni)s das gerações posteriores herdaram (ou absorveram) esse aspecto capitalista neoliberal em administrar suas marcas de escolas ou métodos yoguicos.


Essa convergência aos problemas de sociedades cosmopolitas, seculares, laicas e sob ordem capitalista neoliberal, novos bens simbólicos de salvação/libertação espirituais yoguicos foram (e estão sendo erigidos) no Brasil, como por exemplo: estresse como um mal a ser combatido, “produtor do turbilhão da mente”; relaxamento assumindo papel espiritual; e certa divinização do estado de homeostase (SIMÕES, 2017). Assim, a estrutura social que sustenta os yogas no Brasil, são regidos sob 4 tópicos econômicos que mantém as instituições yoguicas brasileiras:


1. Espaços ou estúdios de yoga que vendem aulas regulares (ao vivo ou em lives pós-pandemia);


2. Escolas de formação de novos professores de yoga do método, escolas ou instituição referida;


3. Viagens ou peregrinações a locais sagrados ao yoga, que hoje se expandiram para além da tradicional Índia, obviamente, como Machu Pichu, templos budistas no Japão e Europa e até Jerusálem como alguns exemplos;


4. Comercialização de produtos yoguicos, como tapetes de prática, utensílios de prática (blocos, faixas, toalhas e etc), livros e etc.


Luiz Derose e seu Swásthyá-Yôga (hoje Método Derose) espalhou, ao seu jeito, como ele mesmo propaga, o empresário do yoga mais bem-sucedido do mundo, a semente de ideias neoliberais, mas também de organizar suas escolas como uma espécie de franschising ou “credenciados”, como ele mesmo divulga seus negócios. As aulas práticas são todas coreografadas e divididas em níveis evolutivos ascendentes de aluno até mestre. Desta forma, estabelece a sensação de falta aos seus consumidores de Swásthyá-Yôga, algo essencial ao espírito do capitalismo e sua prosperidade.


De uma forma ou de outra, quase todos yogi(ni)s atualmente no Brasil replicam esse modelo capitalista e mercantil yoguico deroseano, mesmo que o critiquem. Os professores que professam o Swásthyá-Yôga – e outras marcas yoguicas - se estabelecem como profissionais liberais (ou empreendedores) do mercado de trabalho (espiritual?) Yoga (Cf. CONRAD & VANES, 2014).


3. O jeito brasileiro de se manter sincrético e “ancestral”


Se há algo que os yogas brasileiros conseguem de forma única é serem atravessados de mil jeitos e, ao mesmo tempo, se apresentarem ancestrais e/ou tradicionais. É uma ambivalência que nos atravessou em todo o artigo, desde nossa personagem João Grilo que dá seus jeitos para solucionar problemas que o afligem, inventando soluções singulares. Nossas personagens do yoga nacional, também seguem os mesmos caminhos.

Hermógenes conseguiu alinhar seu yogaterapia com a biomedicina, cristianismo, espiritismo kardecista, tradição do mestre indiano Sai Baba, e ainda sim, galgar status de quase-santo no campo yoguico brasileiro (Cf. SANCHES, 2014). Luis Derose e seu swasthyá-yôga, mesmo sem algum lastro que corroborasse sua estória de yoga ancestral, anterior a invasão ariana, construiu um império e, apesar de contraditório, possui alunos fiéis à sua doutrina. Janderson Prem Baba, talvez o mais inventiva de todos seus precedentes, não só buscou legitimar seu Awaken Love Yoga por meio de visões, sonhos e todo tipo de sortilégios, re-transplanta seu yoga ritual ayahuasqueiro de volta à Índia, tornando-se um dos principais mestres de uma ordem mística yoguica em Rishikesh.


O Yoga Restaurativa da Profa. Miila Derzett faz um longo caminho pelo budismo, pesquisas em Harvard, yogaterapia hermogeana, dentre outros sincretismos e elabora um yoga agenciando um relaxamento ressignificado para mais afeto e diálogo, pois inserida num contexto psicossocial com outros problemas a serem resolvidos: o dos usuários do CAPS (Centro de Assistência Psicossocial). E a Tainá Antonio e seu Yoga Marginal, que alinhou o yoga africano, também com pouco lastro histórico, quase mítico de um egípcio antigo, com elementos da cultura hip hop carioca (o funk) e o carnaval de rua baiano (o axé) como técnicas yoguicas com fins kundalínicos.


Uma das possíveis respostas às estas inimagináveis aproximações dessem certo, pode ser a estrutura religiosa do espiritismo kardecista brasileiro, ainda no início do século XX no Brasil imperial.


Desde 1840, o brasileiro já haviam sendo apresentado ao Mesmerismo e a Homeopatia, que já estavam iniciando sua difusão nos meios mais abastados da sociedade (LUZ, 2019, pp.143-171). E, muito antes dos portugueses desembarcarem por aqui, a perspectiva xamânica dos ameríndios do Brasil pré-colonial já permitiam essa interpenetração entre o mundo dos vivos e dos mortos e processos de cura (VIVEIROS DE CASTRO, 2015, pp.171-182). É neste cadinho espiritual e pseudocientífico, religioso e xamânico nativo do final do séc. XIX no Brasil, que o Espiritismo Kardecista vai ganhando notoriedade e certa robustez de uma religião “científica”, racional e espiritual, mas não religioso. O yoga quando chega no Brasil, com Leo Costet, já havia um terreno preparado.


Todos os conceitos espirituais hinduístas já estavam, de alguma forma, inseridos das camadas sociais mais pobres, sobretudo via religiosidade afrobrasileira e de pajelança ameríndia, como expomos anteriormente; até os mais abastados. Assim, mesmo antes do Léo Costet chegar por aqui em 1940-50: ideias como reencarnação, espíritos, conceitos de karma e desenvolvimento mediúnico (similar aos siddhis yoguicos), assim como estados de transe (como os do samadhi), seres humanos “especiais” (como os mestres indianos “iluminados”) já faziam parte do imaginário e realidade, sobretudo aos futuros yogi(ni)s brasileiros, dentre eles, nossas personagens.

Agora, relembrar das epifanias de Luiz Derose com seu mestre desencarnado (um sidhanta ?), a silhueta de Sai Baba na sombra de Hermógenes ou os sonhos premonitórios de Janderson Prem Baba não soará mais tão exótico.


4. Yoga Periférico incorporado e não projetos sociais “missionários”


Projetos sociais que oferecem aulas regulares yoga às classes sociais desprivilegiadas e/ou marginalizadas não é novidade no Brasil, como trabalhos voluntários com yoga em sistemas prisionais, hospitais e regiões urbanas periféricas, a exemplo do projeto social Yoga da Maré, na favela da Maré no Rio de Janeiro, coordenado por uma portuguesa que reside no Brasil[1].


Mas o que aventamos aqui, a partir do Yoga Marginal da Profa.Tainá e do Método de Yoga Restaurativo da Profa.Miila Derzett, algo que vai além de oferecer yogas aos “necessitados”. Ambos yogas se fundem em suas comunidades; não é ensinado a eles, mas estabelecem dialética com estes. Dito mais simples, ao contrário do que se propõem muitos yogas sistematizados, os yogas marginais e restaurativos de Tainá e Miila, carregam consigo muito da Pedagogia do Oprimido contra as pedagogias anti-dialógicas, como o brasileiro Paulo Freire denominava as práticas educacionais opressoras ou “de cima para baixo”.


Mesmo que ambos yogas (Restaurativa de Miila Derzett e o Marginal de Tainá Antonio) não tragam explícito em suas biografias o método de ensino dialógico freireano, a proposta de autonomia que incluem em suas aulas, a postura revolucionária que exibem na conscientização sobre o processo de aprendizado do yoga, mas sobretudo, no incentivo a autorreflexão no ensino tanto aos usuários do CAPS em Florianópolis quanto aos jovens carentes da baixada fluminense no Rio de Janeiro, carregam em si o gene dessa pedagogia, originariamente brasileira.


Paulo Freire e sua pedagogia do oprimido ganharam destaque no país logo após a redemocratização do país, em fins dos anos 1988 sobretudo, com a nova constituição de 1988. Ele é considerado o patrono da educação brasileira, por isso, mesmo ausente da biografia dos yogas de Miila e Tainá, é lícito supor que sua filosofia da educação libertária e aos menos privilegiados possam ter aqui suas mais profundas inspirações.


A filosofia pedagógica de Paulo Freire fundamenta-se na força que o educando assimilaria conhecimento do objeto a partir do diálogo com a realidade, em contraposição a uma educação tecnicista, “bancária” e alienante. A proposta é o educando criar|inventar sua própria educação, construindo suas próprias clareiras na floresta da vida, e não obedecendo docilmente um caminho ideal já previamente construído. A educação popular, como ficou denominado seu método pedagógico, estaria voltado para a formação de uma consciência política crítica (FREIRE, 2011, pp.11-30).


O que Miila e Tainá propõem com seus yogas são linhas-de-fuga criadoras de outras formas de viver yoga ainda não experimentadas e em devir. Tento me explicar melhor, ambas yogas - Yoga Marginal com suas técnicas de sarração apropriadas do funk e do axé brasileiros, e o Método de Yoga Restaurativa com suas técnicas de relaxamento profundo -, não só apresentam e ministram doutrinas e práticas a grupos sociais que ainda não conheciam o Yoga, mas dialogam com estes mesmos indivíduos marginalizados, alguns escondidos da sociedade (como o caso dos usuários esquizofrênicos, maniáticos e diversos outros problemas psíquicos do CAPS ou os jovens periféricos da baixada fluminense). A pedagogia do oprimido que estes yogas instam jeitos de yogar e não apresentam modelos tecnicistas de organiza corpos, que mais alienam corpos e mentes do que os instigam a pensar por si-mesmos, replicando modelos de yogas europeus, norte-americanos ou indianos.


Depois desse caminho traçado, por mais de 70 anos de yoga entre brasileiros, percebemos a personagem João Grilo de Suassuna sussurrando em nossos ouvidos seus mil jeitos de engendrar meios de solucionar seus problemas com as ferramentas que possui. Os yogas brasileiros, já podemos afirmá-los sem receio ou vergonha, não são mais exóticos ou inventivos do que os próprios yogas indianos de ontem ou hoje. Se há uma essência no yoga é a sua perseverança em continuar existindo como espiritualidade viva e em devir.



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