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O fetiche como crítica: yoga, corpo e teoria social em Joseph S. Alter
Resumo O presente ensaio propõe uma leitura crítica do artigo "Yoga and Fetishism: Reflections on Marxist Social Theory" de Joseph S. Alter (2006), enfatizando a forma como o autor articula o conceito marxista de fetichismo com o corpo no haṭhayoga tradicional. Diferentemente da interpretação usual do fetichismo como alienação negativa, Alter propõe que o yoga constitui uma forma radical de fetichismo do corpo que, longe de reproduzir as lógicas do capital, pode funcionar co

PhD. Roberto Simões
22 de jul. de 202511 min de leitura


Meditação Crítica: Descolonizando Corpo, Filosofia e Neurobiologia na Experiência Contemporânea
Resumo Este ensaio propõe uma reflexão crítica sobre as práticas contemporâneas de meditação, interrogando suas capturas pelo neoliberalismo e suas potências de resistência subjetiva. Partindo de uma articulação entre filosofia, neurobiologia e estudos culturais decoloniais, defende-se a necessidade de uma meditação crítica, que habite o real do sujeito para além da anestesia espiritual e da produtividade. A partir de autores como Lacan, Byung-Chul Han, Espinosa, Abhinavagupt

PhD. Roberto Simões
21 de jul. de 20258 min de leitura


Yoga, sinthoma e fuga no capitalismo tardio: entre o neoliberalismo espiritual e os errantes da Índia pré-moderna
Resumo O presente ensaio propõe uma reflexão crítica sobre a prática do yoga sob diferentes regimes socioeconômicos, em especial sua inserção no capitalismo tardio e sua apropriação pelas dinâmicas neoliberais. Contrastamos esse cenário com os modos de existência dos yogues errantes da Índia pré-colonial, a partir das obras de Jason Birch, James Mallinson e Gordon White, além de articular o conceito de sinthoma , desenvolvido por Lacan, como operador clínico e ético para comp

PhD. Roberto Simões
19 de jul. de 20256 min de leitura
Seja Bem-Vinde
Você adentrou um espaço em desconstrução. Desacreditamos metafísicas, por isso bricoleurs ou feiticeiros do Yoga quebrando a demanda de todo maya que lhe enfeitiça. Mas entenda, tudo é maya.
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