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Meditar como Ato Poético
Introdução Há algo na experiência humana que escapa a toda tentativa de fixação. Não se trata de um objeto oculto, de um mistério esotérico ou de uma verdade profunda aguardando revelação. Trata-se, antes, de um excesso: um resto que insiste, retorna e desfaz as formas que criamos para estabilizar o mundo. Esse excesso não é bom nem mau, não é cruel nem benevolente. Ele é simplesmente aquilo que não se deixa capturar. Podemos imaginá-lo como um caleidoscópio em rotação infini

PhD. Roberto Simões
13 de fev.7 min de leitura


Hermógenes e DeRose: fantasias, amor e gozo no imaginário do yoga brasileiro
Resumo Este ensaio propõe um passeio psicanalítico ao campo do yoga no Brasil a partir de duas figuras centrais de sua história pré-digital: o Professor José Hermógenes de Andrade Filho e o Mestre DeRose. Defende-se a hipótese de que ambos operam menos como indivíduos históricos e mais como suportes fantasmáticos que organizaram o desejo do praticante brasileiro. Argumenta-se que Hermógenes encarna a fantasia do amor (quase)religioso ou um yogar como promessa de reconciliaçã

PhD. Roberto Simões
10 de fev.10 min de leitura


Quando ensinar yoga deixa de fazer sentido: e por isso pode voltar a desejar
Há um ponto, silencioso e corrosivo, na trajetória de muitas professoras de yoga: o momento em que dar aulas se torna tedioso, esvaziado, quase insuportável. Não porque o corpo falhe, nem porque o saber se esgote, mas porque algo da ordem do desejo deixa de se sustentar. A aula segue acontecendo, os alunos seguem vindo, o dinheiro segue entrando: e ainda assim, a experiência subjetiva é de desgaste, angústia e uma estranha sensação de estar servindo a algo que não se escolheu

PhD. Roberto Simões
4 de fev.3 min de leitura
Seja Bem-Vinde
Você adentrou um espaço em desconstrução. Desacreditamos metafísicas, por isso bricoleurs ou feiticeiros do Yoga quebrando a demanda de todo maya que lhe enfeitiça. Mas entenda, tudo é maya.
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