Resumo Este ensaio propõe uma reflexão crítica sobre as práticas contemporâneas de meditação, interrogando suas capturas pelo neoliberalismo e suas potências de resistência subjetiva. Partindo de uma articulação entre filosofia, neurobiologia e estudos culturais decoloniais, defende-se a necessidade de uma meditação crítica, que habite o real do sujeito para além da anestesia espiritual e da produtividade. A partir de autores como Lacan, Byung-Chul Han, Espinosa, Abhinavagupt